Uma memorável viagem ao nordeste transmontano, e ao grande Canyon do Douro com um salto a Zamora.

Notícia

Num passeio de 4 dias, centrado a mais de 500 quilómetros de Lisboa, é possível integrar a natureza no seu estado mais puro - da água ao Canyon, do ar à paisagem - no convívio com a intervenção humana, do folclore, com os costumes e língua ancestrais de Miranda, à monumentalidade que "respira" História de Portugal e dos povos que anteriormente habitaram o seu território? Sim, é possível!

O GDST demonstrou-o pelo passeio que realizou entre 18 e 21 de outubro corrente. Sem grandes pressas - já desaconselhadas para alguma parte dos 24 participantes GDST - tudo isso o programa contemplou com pleno agrado geral.

O passeio fluvial, com a observação da fauna e da flora típicas daquele microclima, a todos surpreendeu com a explicação sobre os conjugados esforços luso-espanhóis na defesa ecológica e na preservação das espécies. Para além do interesse geral, o ponto alto deste passeio pelo rio Douro foi, sem dúvida, a muito interessante demonstração microbiológica e análise laboratorial a bordo, acompanhadas por pantalha de vídeo ao microscópio. Um espanto!

Pelas visitas guiadas aos cascos históricos e castelos medievos de Miranda do Douro, Zamora e, no dia de regresso, Trancoso, fomos culturalmente imersos nas nossas raízes, desde os lusitanos aos primórdios do Reino de Portugal.

Finalmente uma merecida referência à gastronomia. Não temos qualificativo: como todos os participantes poderão testemunhar, "excelente" ou "cinco estrelas" soa a pouco quando, em todo o lado, se viu requinte, qualidade e fartura.

Enfim, um passeio cultural cujas vertentes, em conjunto, será difícil ultrapassar. O GDST continuará a esforçar-se para, pelo menos, em eventos futuros, igualar a excelência desta visita a Miranda do Douro e sua região.

Fotografia

Foto Douro internacional 05 11 2018